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Alternativa de risco reduzido para os cigarros – IQOS

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Alternativa de risco reduzido para os cigarros – IQOS

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Estudos apontam que o consumo de cigarros no mundo tem diminuído e, segundo a Organização Mundial da Saúde-OMS, nos próximos 10 anos a quantidade de fumantes não será diferente dos números atuais. Mas, ainda assim, são um bilhão de consumidores no mundo.

Apostando num futuro sem cigarros convencionais, a Philip Morris, uma das maiores empresas internacionais do setor de tabaco, lançou, em 2014, um produto chamado IQOS. Resumidamente, “um cigarro eletrônico”.

No Japão


O Japão, com o terceiro maior número de fumantes é, também, o país que lidera a venda de produtos de risco reduzido para fumantes.

Em geral, é proibido caminhar fumando nas grande avenidas, porém, cigarros eletrônicos passaram a ser permitidos visto que eliminam por em risco os demais transeuntes, ou seja, com um dispositivo não há como queimar ou machucar alguém com a ponta em brasa de um cigarro acesso. Também, estabelecimento comerciais já reservam locais para fumantes de IQOS, porque o incômodo causado é muito inferior ao dos cigarros comuns.

Risco reduzido para fumantes

Haveria uma forma de reduzir o risco do consumo de tabaco pelos fumantes e ao mesmo tempo beneficiar os fumantes passivos?

O cigarro tradicional é queimado e a fumaça aspirada pelo fumante e, indiretamente, pelas pessoas ao redor. Segundo estudos, esta queima gera inúmeros produtos nocivos à saúde e é altamente prejudicial, tanto para o fumante quanto para os fumantes passivos.

O produto da Philip Morris, o IQOS (sigla em inglês para “I Quit Ordinary Smoking” – “Parei de fumar cigarro convencional”) controla o aquecimento de um bastão de tabaco de forma a provocar uma experiência de fumar convencional. Sem fumaça, sem impregnação do cheiro de cigarro nas roupas, cabelos, mãos, carros e, principalmente, sem incomodar ou prejudicar as pessoas próximas, pelo menos, é o que o fabricante alega.

Nem tudo são flores para os fumantes, porém, à primeira vista, é uma alternativa que reduz 95% das substâncias tóxicas do ato de fumar, então, ofereceria menos risco à saúde do fumante. “Se não consegue deixar fumar, ou quer fumar menos, então, porque não reduzir a aspiração dos produtos prejudiciais à saúde…” Por outro lado, ainda que o consumo de químicos nocivos seja percentualmente reduzido, não há pesquisas que avaliem o impacto na saúde de quem faz uso do cigarro aquecido.

A pesquisa sobre a redução de 95% das substâncias tóxicas no uso de cigarro eletrônico é uma conclusão publicada pelo Governo Inglês no “Public Health England (PHE)” e pode ser lida aqui https://www.gov.uk/government/news/e-cigarettes-around-95-less-harmful-than-tobacco-estimates-landmark-review

Cigarro eletrônico no Brasil

Por regulamentação da ANVISA (a RDC 46/2009), dispositivos eletrônicos para uso de tabaco, conhecidos como cigarro eletrônico, são proibidos desde 2009. Porém, o assunto está aberto para consulta pública, uma possibilidade para o IQOS ser comercializado no Brasil.

A análise da regulamentação teve início no Seminário ANVISA de 11/04/2018, a primeira vez que a ANVISA debate a questão do cigarro eletrônico no Brasil.

Aparentemente há vantagens, ainda não consolidadas, no uso do cigarro eletrônico. Porém, seja cigarro convencional ou eletrônico a melhor opção é não fumar!

Saiba mais

 

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