Som que passa o Mar | A imigração da Rabeca – 29/09/2019 – São Paulo-SP

Som que passa o Mar | A imigração da Rabeca - 29/09/2019 - São Paulo-SP

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Data/Hora 29/09/2019 / 11:00 - 12:00

Local (MAPA e EVENTOS programados)
Mapa Gansaral Casa de Cultura - São Paulo-SP
Rua Demóstenes, 885 - São Paulo-SP


Michio O’Hara, cravista de origem japonesa, convida o rabequista Filpo Ribeiro, apresentam um programa que abrange a tradição europeia Medieval e Renascentista e a cultura tradicional brasileira.

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A rabeca, conhecida por viela de arco, rebec ou fidle, foi um instrumento de cordas muito popular na Europa. Com a invenção do violino na Itália, no início do século XVII, a rabeca desapareceu do cenário europeu.

No Brasil, os Portugueses trouxeram suas rabecas nos séculos XV e XVI, e pode-se ainda ouvir este instrumento após cinco séculos, principalmente na música folclórica e de tradição oral. Filpo Ribeiro, possui ascendência japonesa e celebra com este recital o jubileu dos 111 anos da imigração dos Japoneses para o Brasil, em 1908.

Em novembro de 2018, a dupla Michio O’Hara e Filpo Ribeiro realizaram uma série de concertos no Japão nas cidades de Tóquio, Nagoya e Osaka, e chega agora a São Paulo.

Michio O’Hara

Natural de Nagoya, Japão, dedica-se à interpretação de música antiga em instrumentos de tecla históricos, cravo e fortepiano. Solista em festivais como “Alte Musik Treff” e Schleswig-Holstein, na Alemanha, concertos comemorativos dos 250 anos da morte de Domenico Scarlatti, Alemanha e Japão, “Associazione Musicale Karl Jenkins”, recitais de música portuguesa para instrumentos de tecla, Alemanha. Fez concertos em Portugal e Masterclass do cravo. Foi diretor da Orquestra Barroca de Nagoya, com destaque para as óperas “Xerxes” de G. F. Handel e “Bastien und Bastienne” de W. A. Mozart. Estudou musicologia na “University of Arts” de Aichi, trompa natural com Oliver Kersken e cravo com Wiebke Weidanz e Michaela Hasselt na Hochschule für Musik und Theater de Leipzig, Alemanha. É membro da “Sociedade Luso-Nippónica”, de Tóquio e de Osaka. Organizador do “Yamanote Music Festival” de Nagoya com apoio da embaixada de Portugal em Tóquio – Instituto Camões.

Filpo Ribeiro

Natural de São Paulo, conviveu com o Fandango Caiçara, a Romaria do Divino Espírito Santo e a Reiada. Conheceu a Rabeca ainda criança, em uma Reiada (Folia de Reis) em Cananéia, e aprendeu a tocar ouvindo e observando os rabequeiros mais velhos. Criou o Jovens Fandangueiros do Itacuruçá (Ilha do Cardoso), tocou em bailes de Fandango da região e apresentou em eventos na capital e interior de São Paulo, e participaram do CD e do livro “Museu Vivo do Fandango”. Trabalhou com o grupo Paranapanema inserindo a rabeca no samba paulista, congadas, batuques de umbigada e sambas da velha-guarda paulistana. Participou do projeto “Guarará é Batido com a Mão!”, pelo PAC (Programa de Ação Cultural). Acompanhou o cantor e compositor Jonathan Silva e a banda Maria Preá, gravando os discos “Benedito” e “Avesso”. Em 2008, participou do terceiro CD da banda pernambucana Comadre Fulozinha e gravou o CD “O Alumioso” do violonista, violoncelista e rabequeiro Di Freitas (Juazeiro do Norte/CE). Fundou o grupo Pé de Mulambo, com composições próprias e temas tradicionais da Rabeca Brasileira e da Viola Caipira. Em 2018, realizou apresentações, gravações e oficinas no Japão, com o maestro Michio O’Hara (cravo), em Tóquio, Nagoya e Osaka, divulgando a música da rabeca, da tradição medieval até a presença na música brasileira.

Data

Dia 29/09/2019, domingo, das 11h às 12h

Local

Gansaral Casa de Cultura – São Paulo-SP
R
ua Demóstenes, 885 – Campo Belo
São Paulo-SP

Ingresso

R$30,00

Informações

Gansaral Som que passa o Mar

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